domingo, 20 de setembro de 2015

Carga tributária Alemã com serviços públicos no padrão mexicano?

Na qualidade de pato contribuinte, tenho tentado me defender do Leão e deste governo gastão, trazendo mais aliados que estejam comigo na lagoa dos patos para a luta contra o aumento da carga tributária. Porém, tem gente achando que ainda dá para aumentar carga tributária.

Enquanto a nossa esquerda recomenda que se aumentem ainda mais os impostos no Brasil e assim se evitem os necessários cortes de gastos públicos, eu preferi ir atrás de informações sobre nossa carga tributária e ver como ela se compara a outros países. Encontrei este trabalho da OECD:

http://www.oecd.org/tax/revenue-statistics-in-latin-america-2310922x.htm

Nele há uma página interessante que mostra a nossa carga tributária comparada com nuestros hermanos latino americanos e bolivarianos e com a média da OCDE:

Veja quem faz parte da OECD:

http://www.oecd.org/about/membersandpartners/

 e aqui suas cargas tributárias:

http://www.keepeek.com/Digital-Asset-Management/oecd/taxation/revenue-statistics-2014_rev_stats-2014-en-fr#page86

Em primeiro lugar, vemos em verde abaixo que a nossa carga já é a maior da América Latina, bastante superior a do Chile, economia mais estável da região (vermelho) e acima da média da OCDE ( amarelo):




Vemos também que os leões bolivarianos não são tão agressivos como o nosso.

E vemos abaixo que apenas 13 dos 34 países do OCDE  possuem cargas tributária acima da nossa. Países estes que em sua maioria está um estágio de desenvolvimento bem acima do nosso e apresenta um nível de serviço público incomparável:







Ou seja, propor que paguemos mais impostos para equilibrar os gastos públicos que não param de crescer, como mostra a tabela abaixo:




equivale a propor que tenhamos uma carga tributária superior à Alemã ou Holandesa em poucos anos. 

Ou seja, isto equivale a chamar a gente de pato, algo que Gallo odeia:





Menos gente, menos.












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